sexta-feira, 26 de outubro de 2007

[sem comentários]

António Carneiro e Américo Martins, responsáveis pela organização de um dia de convívio entre estudantes das duas academias, garantem que «tudo não passou de uma brincadeira de praxe», admitindo, apenas, que poderá ter «passado das marcas, mas sem qualquer tipo de violência generalizada»: «Não houve matracas nem paus de marmeleiro, porque os estudantes o que trazem é colheres de pau, um dos objectos/símbolo da praxe».

Os dois universitários consideram que a PSP deve ter interpretado mal, o que se passava: «O facto de estarem duzentos alunos à espera de oito que se esconderam numa oficina, não quer dizer que lhe quisessem bater, mas tão só praxá-los».

3 comentários:

HMAG disse...

Pois, nunca ninguem quer bater em ninguem ... aquilo se calhar ate' era mais uma festa convivio, la' na oficina e os agentes pensaram na rixa por causa da euforia!

Jorge disse...

Cada vez melhor...

Abílio disse...

engenheiros, oficina, mecanicos!!! hum... tavam todos a debater o problema do oleo do serie 1 que la estava parado e dpx iam pos copos!!! falso alarme...lol