" (...) o problema da formação em Portugal não tem a ver com dinheiro. É resultado da falta de visão dos gestores e empresários que temos. Os que perceberam que não há empresas de sucesso sem trabalhadores qualificados, estão a triunfar. Mas são poucos. Os outros vão vivendo de crise em crise. Pagando salários de miséria.
Melo Ribeiro, o presidente da Siemens, costuma dizer que quando se dá formação a um trabalhador não qualificado, isso resulta em produtividade acrescida no imediato. E, realça, não é preciso pô-lo numa universidade. Se ao menos a maioria das empresas percebesse isto."
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Trabalhador Qualificado ... Despesa ou Investimento?!
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2:49 p.m.
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Etiquetas: Educacao, Ensino Superior, Productividade
segunda-feira, 21 de julho de 2008
"O Grande Mal da Humanidade", segundo Joao Cesar das Neves:
Joao Cesar das Neves, escreve no DN sobre a razao dos males da humanidade: O sexo!
Mas va' la' que deixou margem de manobra:
"É verdade que muitos casais praticantes não seguem este ponto da doutrina, como ao longo dos séculos milhões de católicos disseram mentiras, faltaram à missa ou desviaram fundos. O pecado dos homens não invalida a verdade da Fé."
Ufa!!
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4:45 p.m.
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Etiquetas: Aborto, Contraceptivos, Divorcio, Educacao, Igreja, Padres, Sexo
quinta-feira, 5 de junho de 2008
"JÁ QUE FALAM DE IGUALDADE"
Vivemos a época mais igualitária que Portugal e o mundo alguma vez conheceram. No século XIX, era preciso ter dinheiro para votar, quando não para existir. No século XX, era preciso ter dinheiro para estudar. No século XXI, partimos de uma situação mais confortável. Um ensino predominantemente público expandiu as hipóteses de aprendizagem e ascensão para aqueles que o usam bem. Uma economia privada permite que os mais talentosos e esforçados triunfem. A maioria de nós é exposta desde cedo ao mesmo tipo de estímulos, da televisão e da Internet, respondendo, para o mal e para o bem, com normas de comportamento mais ou menos idênticas.
Ao mesmo tempo, as coisas estão a mudar todos os dias. Estamos a passar por uma série de revoluções tecnológicas, laborais e culturais que tornam a vida muito mais difícil para os que não aprendem e não se adaptam. Vivemos uma era em que a informação é abundante e circula depressa, em que muita coisa acontece em simultâneo, em que a diferença entre o que sabemos e não sabemos pode acabar por ser decisiva.
Neste tempo, a grande desigualdade não é financeira, entre os que têm mais e os que têm menos, mas cultural e de conhecimento. Os estudos mostram que aqueles que tiram bons cursos superiores têm melhores empregos do que os outros. Os estudos mostram que há uma nova elite culturalmente apetrechada que só se relaciona com outras elites culturalmente apetrechadas.
Na era cognitiva, como lhe chamou o fantástico colunista do New York Times David Brooks, precisamos de tratar a sério do conhecimento e do modo como as pessoas interagem umas com as outras a aplicar esse conhecimento. Precisamos de combater o abandono escolar para diminuir o fosso entre os educados e os não educados. Precisamos de pensar na informação como um novo espaço para políticas que permitem às pessoas mais oportunidades de usar os seus méritos.
O nosso tempo dispensa que desenterrem as velhas políticas igualitaristas e redistributivas que só criam uma falsa segurança num mundo cada vez mais exigente.
Lembrem-se: são as oportunidades.
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1:06 p.m.
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Etiquetas: Competencia, Desenvolvimento, Desigualdades, Educacao, Socialismo
domingo, 16 de março de 2008
Dura Praxis, Sed Praxis
Sim, ainda a praxe. Parece que afinal, nos dias que correm, ainda se descobrem ai uns "abutres" que gostam dessas "práticas selvagens"! Mais um texto que descreve a praxe como ... alegria, companheirismo ... saudade!
E esta hein?!
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10:22 p.m.
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Etiquetas: Educacao, Ensino Superior, Praxe, Saudade, Vida Academica
quinta-feira, 6 de março de 2008
Gostava mesmo de ter escrito isto!
Em resposta a este post do Pedro: Todos Contra Todos "Tornou-se snob criticar os professores. Como se fossem os responsáveis pelas passagens administrativas para cumprir metas europeias por via de um facilitismo terceiro-mundista."
Surge este comentario:
Já constámos que o arrastar crónico do país é culpa dos funcionários públicos, que encontram sempre um artigozito que lhes permite ir de férias ou então ficar na “repartição” a fazer tudo menos trabalhar. São uns mandriões, diz-se. Dedução lógica: é bem feita que lhes tramem a vida.
Já verificámos que os professores são claramente os responsáveis pela ineficiência do nosso sistema de ensino, pois estão sempre dispostos a faltar. São uns incompetentes, pensamos. Dedução lógica: é bem feita que lhes tramem a vida.
Já percebemos que o que vai mal na saúde se deve aos médicos, que também passam o tempo em férias à custa dos laboratórios e afins ou então a desviar utentes do SNS para os seus consultórios. São uns interesseiros, argumenta-se. Dedução lógica: é bem feita que lhes tramem a vida.
Já vimos que os males da justiça se devem aos juízes, que passam igualmente o tempo de férias ou então a ler romances em vez das resmas de processos que se acumulam nos seus gabinetes. São uns privilegiados, ouve-se. Dedução lógica: é bem feita que lhes tramem a vida.
Já entendemos que os problemas no mundo da comunicação se devem aos jornalistas, habituados também a férias pagas por alguém a troco de uma noticiazinha favorável. São uns vendidos, asseguramos. Dedução lógica: é bem feita que lhes tramem a vida.
Já notámos que a culpa da insegurança é dos agentes da autoridade, uns barrigudos que preferem ficar dentro de portas em frente a computadores que não sabem utilizar em vez de andarem na rua. São uns medricas, afirmamos. Dedução lógica: é bem feita que lhes tramem a vida.
Os empresários querem explorar os trabalhadores, os sindicalistas querem usar o estatuto que têm para nem sequer pôr o pé no posto de trabalho, os políticos querem tacho para ganhar dinheiro porque são uns comedores... e por aí fora.
Assim é fácil. Basta pegar em alguns maus exemplos que existem em todas as profissões, generalizar à classe inteira e conseguir o apoio da população para medidas muitas vezes gravosas para o futuro do país. E nós vamos aplaudindo alegremente, até que alguém atinge os nossos direitos. Mas, aí, o mais provável é que os outros aplaudam a nossa desgraça. É triste nivelar por baixo!"
Comentario por Lois Lane neste post do Avenida Central
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10:22 a.m.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Ora ai está: para quando mais cursos ... profissionais!?
"Mais do que alimentar gente que anda a ganhar dinheiro a prometer sucesso com testes de orientação vocacional, o que era bom é que no Ministério da Educação percebessem para onde é que o país vai e de que tipo de técnicos e de qualificações precisa para esse futuro. Em vez de estarmos a engrossar anual e alegremente a lista dos doutores desempregados. " Manuel Serrão, no JN
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2:13 p.m.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Laicidade radical e intolerante
Tudo, em nome da Laicidade, numa clara demonstracão de intolerância e desrespeito pelo conhecimento, contrariando a pluralidade de ideias que normalmente querem fazer passar como ideal ... "Laico".
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10:11 a.m.
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Filhos de um outro Deus
retirado do Diário de Notícias
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11:39 a.m.
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