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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Peticao "DURA PRAXIS, SED PRAXIS"


Peticao "para que as instituicoes ligadas ao ensino superior deixem de perseguir A PRAXE enquanto "ritual" e compreendam a importancia DA PRAXE, no contexto das nossas vidas academicas, tentando assim contribuir para a eliminacao dos casos que a envergonham, assim como para a divulgacao e massificacao dos bons momentos e exemplos proporcionados pela PRAXE. "
Podem assinar aqui:

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

DURA PRAXIS, SED PRAXIS!


A praxe ainda agora comecou e ja' da' muito que falar. Nao pelo divertimento intrinseco que proporciona aos caloiros, nem pelas novas experiencias que vivem ou pelas amizades que dai se criam. Fala-se antes em modelos militares ... "escassez de criatividade, inteligência e imaginação"! Circulam avisos, que nada avisam que ja' nao se soubesse, sobre o que e' toleravel ou nao.

Enfim, nada de muito novo. Aos caloiros, felizmente, continuarao a ser proporcionados alguns dos melhores momentos das suas vidas academicas durante esta altura do ano...na praxe!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Pura Inflaccao!

Acesso ao Ensino Superior - Curso de Economia

Em 2006 a nota de acesso do ultimo colocado, na universidade cujo ultimo colocado teve nota mais alta, nao chegaria agora, em 2008, para garantir lugar em nenhuma das 6 universidades cujas notas dos ultimos colocados foram melhores, no curso de economia.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Trabalhador Qualificado ... Despesa ou Investimento?!

" (...) o problema da formação em Portugal não tem a ver com dinheiro. É resultado da falta de visão dos gestores e empresários que temos. Os que perceberam que não há empresas de sucesso sem trabalhadores qualificados, estão a triunfar. Mas são poucos. Os outros vão vivendo de crise em crise. Pagando salários de miséria.

Melo Ribeiro, o presidente da Siemens, costuma dizer que quando se dá formação a um trabalhador não qualificado, isso resulta em produtividade acrescida no imediato. E, realça, não é preciso pô-lo numa universidade. Se ao menos a maioria das empresas percebesse isto."

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Dever (1)

"Esta é a altura do ano em que muitos jovens decidem o seu futuro. Saindo do liceu ou da universidade, é este o momento de escolha da vocação profissional, seja na opção do emprego ou do curso. Por isso é nestas alturas que se verifica um dos mais terríveis mal-entendidos da sociedade moderna.
(...)
É muito importante que cada um escolha uma tarefa adequada às suas capacidades. Mas nunca se pode perder de vista que o trabalho é sempre difícil, árduo, trabalhoso. Aliás, é só por isso que é pago. Se fosse fácil e agradável seria de borla. Depois, é nas horas vagas que cada um faz o que gosta, gastando aí o dinheiro que ganhou a trabalhar."
João César das Neves

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Joaquim e o seu cerebro indigente e azeitado

O Joaquim, escreve no Portugal Comtemporaneo, o seguinte:



Relaccionado:

- Big Apple
- Copies of each other
- Populorum Progressio
- Microsoft compra empresa de Braga

domingo, 16 de março de 2008

Dura Praxis, Sed Praxis

Sim, ainda a praxe. Parece que afinal, nos dias que correm, ainda se descobrem ai uns "abutres" que gostam dessas "práticas selvagens"! Mais um texto que descreve a praxe como ... alegria, companheirismo ... saudade!

E esta hein?!

quarta-feira, 5 de março de 2008

Cursos para todos ("Gandas Oportunidades")



quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Ora ai está: para quando mais cursos ... profissionais!?

"Mais do que alimentar gente que anda a ganhar dinheiro a prometer sucesso com testes de orientação vocacional, o que era bom é que no Ministério da Educação percebessem para onde é que o país vai e de que tipo de técnicos e de qualificações precisa para esse futuro. Em vez de estarmos a engrossar anual e alegremente a lista dos doutores desempregados. "

Manuel Serrão, no JN

- Para que não sejam as ordens a "regular/impedir" o acesso à profissão.
- Para que os recém-licenciados não tenham apenas as opções: "explorados" ou "desempregados".
- Para que a formação neste país se adapte às necessidades da nossa indústria e dos serviços.
- Para que as Universidades deixem de pensar nos alunos como fonte de receita e os vejam como a "matéria-prima".