quarta-feira, 9 de agosto de 2006
Ruptura à moda do Porto ...
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HMAG
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7:55 p.m.
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segunda-feira, 7 de agosto de 2006
Anacronismos...
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Sónia Monteiro
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3:31 a.m.
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sábado, 5 de agosto de 2006
Todo o imbróglio à volta do ex-bastonário constitui uma mancha na história da Ordem dos Advogados. Não conhecendo o caso e tendo acompanhado apenas as sendas finais, parece-me vergonhoso o que aconteceu na sala de audiência da OA. Numa atitude completamente contrária à do Conselho Superior da OA, o ex-bastonário assumiu um comportamento exemplar, sobrepondo os interesses da OA aos pessoais...Apesar de não pretender tomar partido, pois desconheço muito do que se passou desde Abril de 2005, data das declarações de Júdice ao Jornal de Negócios, até à decisão de aplicação da «censura», arrisco admitir que, face aos moldes em tudo se desenrolou, o que apetece é apoiar o ex-bastonário e acreditar que não foram razões jurídicas que levaram a esta tomada de posição por parte da Ordem!
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Sónia Monteiro
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4:36 p.m.
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Rebuçados Anti-OPA!!
Henrique Granadeiro não fez mais do que adoçar a "boca" do Estado e dos Accionistas!
Falta saber se os rebuçados serão bem digeridos ... O palpite é óbvio!
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HMAG
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1:37 a.m.
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sexta-feira, 4 de agosto de 2006
“Visitar o Brasil em trabalho e vê-lo com os olhos de um europeu ocidental habituado às mordomias do "Estado social", é um experiência fascinante e muito pedagógica (…) Na verdade, o Estado social desincentivou o esforço individual e fez-nos acreditar que se as coisas corressem mal, com facilidade alguém cuidaria de nós. Daí às reformas aos cinquenta anos de idade, aos rendimentos mínimos garantidos, aos serviços públicos gratuitos, aos longos períodos de férias e às intermináveis "pontes", aos intermináveis subsídios …"
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Sónia Monteiro
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10:29 p.m.
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Como, aqui, nada foi mencionado mas sabendo que por essa blogosfera fora muito já foi escrito, não resisti a partilhar os excertos de uma opinião a considerar:
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Sónia Monteiro
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10:21 p.m.
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A Lista de Schindler… oops, a Lista do Fisco
Deve ser possibilitada, de facto, a entrega de informação fiscal para (e apenas) situações onde o interesse jurídico e público é legítimo e superior (p. ex. para efeitos de investigação criminal), desde que na justa medida do fim específico e legalmente protegido. No entanto, não me parece ser aceitável que, por iniciativa da Administração Tributária, se possa publicar e divulgar amplamente na Internet a lista dos contribuintes devedores. Esta conduta não estaria em consonância com o princípio da proporcionalidade e razoabilidade. Seria, pelo contrário, exagerada e colocaria o agente numa situação de tensão e constrangimento desnecessária e injusta.
Apesar do Estado apresentar um interesse compreensível (penalizar e compelir os devedores ao pagamento das dívidas ao Fisco, os «não contribuintes» como afirma Vital Moreira), a medida apresentada para o salvaguardar é de todo desproporcional e desconforme com os princípios da privacidade e confidencialidade dos dados e informações respeitantes à intimidade e à vida privada do cidadão. E, por outro lado, violaria princípios éticos e promoveria consequentemente comportamentos desleais e eventuais conflitos.
Para salvaguardar os interesses estaduais, existirão certamente outros mecanismos políticos, dos quais o Governo poderá abrir mão para compelir o agente a cumprir com as suas obrigações, que não através da sua sujeição pública.
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Sónia Monteiro
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2:59 p.m.
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quarta-feira, 2 de agosto de 2006
Chegou Bolonha! Tempo de mundança?!
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Sónia Monteiro
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4:27 p.m.
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Regime Filtrado...
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3:06 a.m.
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O comunicado da injustiça
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2:56 a.m.
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terça-feira, 1 de agosto de 2006
Filtragens ...
Este blog conta a partir de hoje com um Licenciado em ECONOMIA ...
... que por acaso até vai de férias!
Descanso merecido!
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HMAG
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2:46 p.m.
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segunda-feira, 31 de julho de 2006
Perigos à Direita... e à Esquerda?!
Segundo um documento da PSP, referido pelo "Expresso", as autoridades policiais entendem que"embora o PNR seja um partido legalizado, existe um risco efectivo de transmissão aos jovens estudantes de ideias de cariz xenófobo que potenciam o uso da violência indiscriminada".
Pode realmente contituir um perigo, mas ...
- Será que não deviam fazer também uma rusga ao acampamento nacional de jovens do bloco de esquerda que se realizará agora em Agosto?
- Será que as apreensões de material ilícito seriam volumosas nesse acampamento?
- Será que a exposição pública, nomeadamente de dirigentes, que se mostram ao país com "charros" na mão não será ... potenciadora do consumo de drogas dos militantes desse mesmo partido?
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HMAG
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2:56 p.m.
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sexta-feira, 28 de julho de 2006
Liberdade ...
Numa altura em que tanto se fala em liberdade na blogosfera e na limitação das liberdades individuais por parte do Estado...
... surge um partido "interessante" na Holanda que tem como "bandeiras de campanha", "diminuir a idade legal para relações sexuais para os doze anos" ou "O sexo com animais — mas não seu abuso", assim como por exemplo "que todos deveriam ter permissão para ficar nus em público"!!
Será então que tal como disse Stuart Mill, " o preconceito da maioria não pode limitar os direitos de cada um."? Ou será que como diz Pacheco Pereira, "em cada medida política, escolha-se a que mais nos dá liberdade política, social, económica, cultural, é esse o caminho."?
Será? Será isso liberdade?
Ainda sobre o assunto, subscrevo António Costa Amaral quanto aos "contratos de economia comum, desde que de natureza não-criminosa."
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HMAG
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4:58 p.m.
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terça-feira, 25 de julho de 2006
Num passeio pela blogosfera, encontrei alguns blogues com posts bastante interessantes, sobretudo para os juristas ou para os aprendizes de juristas... e não só!
Na breve visita, destaco alguns dos textos que recomendo:
- No Diz Positivo, um retrato sobre os perigos da liberdade quando levada a um extremo e o papel da auto-defesa em processo penal.
- A receita perfeita, embora num estilo jocoso, para uma total pândega no ministério da educação, no Não há dúvida.
- Uma opinião a reflectir sobre a OA e uma aula de Direito Constitucional a uma reconhecida deputada, na Reforma da Justiça.
- No Dolo Eventual, a proposta de um caso jurídico para curisosos não juristas...
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Sónia Monteiro
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9:47 p.m.
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Ensina o Prof. Doutor Pereira Coelho:
" Um entendimento maximalista do princípio da igualdade segundo o qual, não podendo distinguir-se entre as numerosas religiões ou seitas existentes, seriam todas iguais... [é errado]. Decerto que as religiões ou seitas são todas iguais no sentido de que deve ser permitido livremente o culto de qualquer uma delas (salvo eventuais restrições que a ordem pública possa impor), mas como é óbvio, não têm todas o mesmo grau de organização nem a mesma relevância social.
O princípio da igualdade não deve obrigar o Estado a tratar como igual o que é diferente, deve permitir-lhe escolher (...) dado o seu grau de organização e a sua implantação social..."
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Sónia Monteiro
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8:03 p.m.
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"... não se pode admitir como válida a justificação de que o dinheiro foi aplicado no pagamento de salários, ou no pagamento de matérias-primas necessárias à laboração da empresa. É que a obrigação de pagar impostos é uma imposição legal, logo de plano superior à obrigação de cumprir contratos (...) ficaria afectada a igualdade entre os diversos agentes económicos(...)
É claro que não se posterga a relevância quer dos salários quer das nefastas consequências advenientes do seu não pagamento para os trabalhadores, para as suas famílias e para a sociedade, mas, mesmo assim, os interesses constitucionalmente garantidos de um grupo não podem sobrepor-se aos interesses de toda a comunidade também garantidos pela Constituição da República."
...uma solução juridicamente perfeita e inquestionável!
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Sónia Monteiro
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7:39 p.m.
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terça-feira, 11 de julho de 2006
segunda-feira, 10 de julho de 2006
... tudo chegou ao fim... A realidade está de volta, JPP sugere-nos uma "viagem de barco" por Portugal... Tem razão, de facto, o Futebol "inundou" o país! Mas muito sensatamente, e como afirma Aguiar Conraria, nós merecemos e precisamos desses momentos, só não podemos é deixar o barco afundar!
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Sónia Monteiro
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1:30 p.m.
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sábado, 8 de julho de 2006
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HMAG
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8:47 p.m.
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terça-feira, 4 de julho de 2006
...
Defendem os arguidos que se encontravam perante um quadro económico de tal ordem que, ou pagavam, em primeiro lugar, as quantias devidas à Segurança Social e, nesse caso, não remuneravam os factores primários, ou remuneravam, em primeira linha, os trabalhadores, solvendo, num segundo momento, as suas dívidas à Segurança Social, logo que os fundos o permitissem.
Entendem os arguidos que se encontram perante uma situação de conflito de deveres, todos com igual dignidade constitucional. Em confronto estariam a dignidade da pessoa humana inerente aos trabalhadores, num contexto de democracia económica, social e cultural, direito à segurança no emprego, e, por outro lado, a defesa dos interesses do Estado associados ao dever de organizar, coordenar e subsidiar um sistema de segurança social, no âmbito da sua política social.
...
[Acórdão do STJ de 18 Junho de 2003]
Eis a questão que vos deixo ficar: Pois bem, perante esta situação de conflito de deveres, o que deveria fazer um gestor diligente?
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Sónia Monteiro
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7:37 p.m.
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