quarta-feira, 25 de julho de 2007

Diz que é uma espécie de bar de estudantes v2.0

1 comentário:

Anónimo disse...

Esta foi a �ltima proposta da coliga�o juntos por braga a ser rejeitada pelo executivo socialista da Camara de Braga
e que aqui se transcreve;

Casa Municipal da Juventude


Considerando que:

i) A politica de juventude se comp�e de m�ltiplas dimens�es, mas o vector orientador da mesma deve estar sempre centrado nos seus destinat�rios - os jovens;
ii) A fun�o primordial, que assiste a quem quer que tutele uma �rea t�o sens�vel como esta, determina imperativos de actua�o nos mais diversos dom�nios por que perpassa a mesma, e que os mesmos v�o de �reas t�o d�spares como o emprego at� ao desporto, passando pela educa�o, pelo lazer ou pela habita�o;
iii) Nenhuma das �reas supracitadas se compagina com qualquer tipo de laxismo por parte dos j� citados respons�veis;
iv) Os tempos que vivemos s�o de particular dificuldade e incerteza para os jovens e que, por isso mesmo, colocam novos desafios a que, inexoravelmente, ter�o de dar resposta;
v) O processo de ambienta�o � vida c�vica dever� sempre, da nossa parte, contar com um especial incentivo e apoio, pois que a isso todos nos obrigamos quando eleitos, e isso nos � esperado por parte de todos quantos se iniciam nos deveres c�vicos mais profundos (em que se inclui o pr�prio recenseamento eleitoral);
vi) �O futuro faz-se hoje� n�o � s� um lugar comum, mas um compromisso que h� que agarrar com especial responsabilidade e redobrado entusiasmo


submete-se � aprecia�o do Executivo da C�mara Municipal de Braga, reunido em sess�o ordin�ria, a 25 de Julho de 2007, a seguinte proposta de Casa Municipal da Juventude, que dever� ser inclu�da nas Op�es do Plano e no Or�amento para 2008 da Autarquia:


1- A Autarquia delibera criar a Casa Municipal da Juventude (doravante C.M.J.), espa�o que, � semelhan�a de outros exemplos nacionais, servir� os prop�sitos que vimos de enunciar;
2- Esta infra-estrutura, da responsabilidade da C.M. de Braga, por ela criada e gerida, ser� integrada num im�vel propriedade da mesma, n�o representando por isso encargos de maior para as finan�as municipais;
3- Na C. M. J. concentrar-se-�o todos os servi�os j� existentes que, efectivamente, interessam ao jovem mun�cipe e os mais que se h�o-de criar;
4- A C.M.J. ir� acolher:
a. Posto de internet;
b. Sala de exposi�es, em que se mostrar�o os trabalhos de jovens artistas pl�sticos e, porque n�o, de alunos de escolas do Concelho, atrav�s de um roteiro que abarque outros edif�cios municipais (demonstrando uma liga�o estreita entre a C�mara e os seus cidad�os, promovendo as visitas habituais de jovens aos edif�cios e refor�ando o la�o identit�rio entre os mais jovens e aqueles que os governam);
c. Promo�o de workshops sobre as mais diversas tem�ticas de relevo para a Juventude;
d. Projec�o de filmes/ciclos de cinema, em estreita colabora�o com a Videoteca Municipal;
e. Sess�es de teatro da responsabilidade dos grupos de jovens (como os de express�o dram�tica nas escolas);
f. Sess�es de m�sica � bandas de garagem, v�rios concursos e actua�es com palco garantido para esta que � a fase mais dif�cil da vida art�stica de uma banda ou int�rprete;
g. Bar da Casa, um projecto de gest�o partilhada do bar (a criar) da C.M.J. pelas diferentes associa�es de estudantes das escolas da cidade, incutindo assim o sentimento de perten�a a este projecto, mas tamb�m o de responsabilidade e brio. Estaria tamb�m prevista a atribui�o de um pr�mio para a escola que promovesse a melhor iniciativa no bar;
h. Concursos de graffiti, para os quais seriam disponibilizados os pain�is necess�rios;
i. O �Provedor do Jovem�. Este dar� resposta aos anseios e preocupa�es dos jovens bracarenses, far� chegar aos diferentes pelouros as propostas por estes apresentadas, ou, bem assim, ao Conselho Municipal da Juventude em caso de tema de debate; Encaminhar� tamb�m os utentes para os servi�os competentes � camar�rios ou governamentais; A ele estar� atribu�do o �pelouro� do recenseamento, ou seja, ter� a responsabilidade de lutar activamente pelo recenseamento e responsabilidade c�vica dos jovens;
j. Gabinete de Apoio ao Empreendedorismo e Qualifica�o Jovem. Nele se incluir� entre outros, o apoio aos projectos empresariais atrav�s da rela�o directa com os institutos estatais que se ocupam desta �rea. Aqui se providenciar� tamb�m o apoio aos jovens que procurem forma�o, quer pelo encaminhamento para cursos de forma�o profissional, quer pelo aux�lio na escolha dos v�rios caminhos profissionais que se afigurem plaus�veis (ensino superior, ensino polit�cnico e/ou profissional); Aqui se incluir� e s� a t�tulo de exemplo, o apoio na escolha dos cursos universit�rios atrav�s de parcerias com a UM e Associa�o Empresarial do Minho, em que estas �ltimas promover�o experi�ncias pedag�gicas com, nomeadamente, iniciativas como �E se eu fosse engenheiro?�. Tal consistiria em partilhar com os jovens, aspirantes a esta ou aquela profiss�o, o exemplo pr�tico da vida de quem exerce tal mister. Assim, mostrar-se-ia aos jovens o que esperar no final dos cursos, elucidando-os sobre o futuro e precavendo eventuais escolhas erradas;
k. Posto de aquisi�o do Cart�o do Jovem Mun�cipe;
l. Gabinete de Apoio Social, que se encarregar� de situa�es que lhe cheguem ao conhecimento, seja de pobreza, de doen�a, viol�ncia, ou outras que visem directamente a popula�o jovem, procedendo ao seu encaminhamento para as entidades competentes;
m. Forma�o de n�vel b�sico/essencial gratuita em �reas t�o cruciais como a inform�tica (combate � infoexclus�o), ou a l�ngua estrangeira (exig�ncias da globaliza�o), com especial enfoque nos jovens que abandonaram a escola;
n. Gabinete do Conselho Municipal da Juventude para o Associativismo � centrar-se-� no apoio � cria�o de associa�es e � interac�o com outras, al�m de publicitar delibera�es/ac�es/campanhas/reuni�es do CMJ; Ficar� respons�vel pela organiza�o da assembleia municipal jovem, � imagem do parlamento jovem;
o. Gabinete do Voluntariado, encaminhamento de jovens que pretendam contribuir para esta nobre actividade; Iniciativas de promo�o/fomento do voluntariado (objectivo � mais coes�o social);
p. Gabinete Verde � preocupa�es ambientais, alertas e ac�es de preven�o/recupera�o do patrim�nio ambiental. Por uma Braga mais respons�vel e mais ciente dos direitos das gera�es vindouras � publicita�o do bin�mio sustentabilidade/desenvolvimento;
q. Gabinete Europa, com o objectivo de abrir as portas da UE aos jovens bracarenses, lutando pela UE dos jovens e divulgando as v�rias iniciativas que lhes digam respeito. Promo�o e acesso aos direitos e deveres do jovem europeu.

Os Vereadores Ricardo Rio, Am�rico Afonso, Hugo Soares, Olga Pereira e Miguel Brito